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sábado, 1 de junho de 2013

curiosidades sobre coelhos de estimação


O coelho é calmo, inteligente e social, portanto é uma ótima opção de animal de estimação. O problema é que muitas pessoas se empolgam e compram um coelhinho, mas se esquecem de que ele é frágil e precisa de cuidados especiais. Se você está pensando em ter um coelho como seu mais novo amigo, dê uma olhada nas dicas a seguir!
O responsável pelo cuidado do coelho deve primeiramente procurar um veterinário para ver como esta a saúde do bichinho, que por sua vez vai aconselhá-lo sobre a alimentação adequada e os cuidados necessários para criar o coelho em casa.
Não somos profissionais na área, mas vamos traçar alguns pontos importantes que podem ser úteis antes ou depois de você comprar um coelho, são eles:
- Um coelho vive em média de 7 a 10 anos;
- Gaiolas precisam ser limpas com frequência;
- Os coelhos precisam de pelo menos 2 horas de exercício por dia;
- Os coelhos precisam ser examinados regularmente;
- Os coelhos geralmente não gostam de ser apanhados e abraçados;
- São bonitinhos, mas não brincam como outros animais de estimação (por exemplo, os cães);
- Fazem bastante sujeira;
- Os coelhos são mais felizes com a companhia de outro coelho ou um dono mais disponível;
- Como qualquer outro animal de estimação, ter um coelho vai gerar despesas.
Ao ler tudo isso vai parecer que não é uma boa ideia ter um coelho de estimação, mas não é isso! Trata-se de uma ótima escolha, mas como qualquer animalzinho, ele vai precisar de atenção e você vai ter que dedicar um pouco do seu tempo a ele. Em pouco tempo você vai se apegar ao coelhinho e querer mais um! Aí vai ser muito fácil, porque eles procriam muito!

Seu cachorro está deprimido? Saiba como diagnosticar e qual é o tratamento adequado

Seu cão está triste, amuado, quieto, não brinca mais e não há nada o que consiga fazer para ele volte a ser aquele animal alegre como antes? Ao perceber esse comportamento, surge a dúvida: ele está com algum tipo de doença grave ou é depressão? Como notar essas alterações e o que fazer nesses casos? É isso que vamos ver no texto a seguir.

 

Entenda um pouco a depressão canina

Todo dono de cachorro deve estar ciente dos sinais clínicos da depressão canina. Quanto mais familiarizado estiver, mais rápido e eficaz será o diagnóstico e tratamento.

Resolva as dúvidas mais comuns em relação à depressão em cães e saiba como agir com relação a esse problema.
 

Entenda um pouco a depressão canina

Todo dono de cachorro deve estar ciente dos sinais clínicos da depressão canina. Quanto mais familiarizado estiver, mais rápido e eficaz será o diagnóstico e tratamento.

Resolva as dúvidas mais comuns em relação à depressão em cães e saiba como agir com relação a esse problema.

Por que os cachorros entram em depressão?

Há diversos motivos que podem estar envolvidos: perdas afetivas, mudanças de local ou experiências traumáticas diversas.

Essa é uma dúvida comum, mas, assim como no caso dos humanos, os motivos podem ser muitos e fica difícil dizer exatamente a razão do comportamento do seu pet.

Nesse momento, o ideal é tentar rever os últimos acontecimentos na vida do cão e achar alguma situação em que ele possa ter sofrido um trauma. Mesmo sendo difícil, tente rever o comportamento do cachorro nos últimos meses e busque associar a alguma possível mudança.

Em sua maioria, as causas da depressão em cães são:

  • mudanças de rotina: por exemplo, se estavam acostumados a passear todos os dias em um determinado horário e agora não passeiam mais.
  • mudanças de local: se foram adotados recentemente e não se adaptaram ao local novo devido à falta de espaço ou de atenção em relação ao lugar anterior.
  • morte de pessoas queridas: se dono faleceu ou, ainda, algum outro animal que convivia com o pet.
  • perda de liberdade: caso ele ficasse solto no quintal e agora esteja preso em um pequeno espaço.
  • período de doença: animais que estiveram com alguma doença grave estão mais propensos a desenvolver este tipo de depressão, pois tiveram sua rotina  e seus hábitos modificados de alguma forma, o que pode causar um grande estresse.

    Quais são os sinais clínicos da depressão?

    Os principais sinais clínicos são: isolamento, falta de apetite, tristeza e apatia.

    Os sinais clínicos da depressão canina podem variar conforme o temperamento do cão: se o animal for muito carente, a possibilidade de ele desenvolver um quadro depressivo é muito mais fácil do que de um cão que seja mais reservado.


    Os principais sinais clínicos da depressão canina são:

    • perda de apetite: você verá que ele não está comendo como antes e está perdendo peso;
    • isolamento: já não brinca com os demais animais ou com os humanos da mesma forma que antes e se isola em algum canto da casa;
    • apatia: não responde a qualquer estímulo novo para brincar ou sair do seu isolamento;
    • tristeza profunda: seus olhos ficam fundos e tristes;
    • intolerância ao toque: geralmente, os animais depressivos não gostam de ser tocados, demonstrando mais uma evidência de isolamento social, quando não querem a presença de ninguém por perto.

    Em quais raças de cães a depressão canina é mais comum?

    Mesmo que qualquer raça possa desenvolver a doença, cães de companhia são mais propensos a isso.

    Não existem raças especificamente mais propensas ao aparecimento da doença, mas cães de companhia podem desenvolver a depressão mais facilmente que os demais, pois são emocionalmente dependentes dos donos e qualquer mudança de comportamento ou na rotina pode afetar o seu estado emocional.

    De qualquer forma, vale ressaltar que qualquer animal está correndo o risco de desenvolver esse problema devido a um estresse, então, independente da raça, fique atento ao comportamento do seu cão.

    Como prevenir?

    Procure estar atento ao seu cão e evite situações que desencadeiem o estresse, como mudanças e exposição a situações traumáticas.


    O melhor tratamento para qualquer tipo de condição sempre é a prevenção, e não é diferente com a depressão.

    Tome cuidado ao criar hábitos nos animais que depois não consiga cumprir. Por exemplo, você resolveu que vai passear com ele todos os dias antes do trabalho, mas, depois de um tempo, cansou, mudou de horário e não vai mais passear com ele. Nesse momento, ele vai sentir a falta daquele passeio e pode ficar deprimido.

    Assim, se criar um hábito, esteja ciente de que precisará continuar a cumpri-lo, caso sejam passeios pense em contratar outra pessoa para passear com ele, ou se o horário foi mudado entenda que ele pode ficar deprimido por algum tempo, mas não deixe de realizar a atividade física.
    Além disso, não deixe de dar atenção a um cão que está acostumado a ser mimado, pois ele sentirá falta desse carinho. Então, se o mesmo foi criado assim e você está sem tempo de mimá-lo, lembre-se você tem vários amigos, mas ele tem apenas você.

    Quais os tratamentos indicado para a depressão canina?
    Depois de tirar as dúvidas sobre os principais pontos de uma depressão canina, se você notar que há algo errado com seu animal, procure sempre um médico veterinário, visto que quanto antes conseguir identificar o problema, mais rápido irá chegar a sua solução.

    A seguir, acompanhe uma listagem das opções de tratamento para a depressão canina.

    1. Medicamentos, alopáticos ou homeopáticos

    Antidepressivos, florais de Bach ou remédios homeopáticos auxiliam no tratamento.

    Remédios alopáticos, como os antidepressivos utilizados em humanos, Florais de Bach e homeopatia podem ser prescritos pelo médico veterinário quando diagnosticada a depressão. O tipo de tratamento vai depender do estágio depressivo do cão e o diagnóstico a que o médico veterinário chegou.

    Algumas características podem ajudar no momento de escolher o tipo de remédio para dar ao seu cão:

    • homeopatia: se o problema da depressão do cão for a perda de alguém, o Ignatia pode ajudá-lo a superar a dor da perda. O ideal é uma ou duas gotas durante dois ou três dias, logo no início da perda. Apesar de não ser reconhecido pelas principais associações de clínicos veterinários como tratamento efetivo, a homeopatia pode produzir resultados eficientes em casos de depressão em cães.
    • alopatia: a alopatia (ou a medicina tradicional que conhecemos) está associada a remédios de laboratório que têm se mostrado eficientes no tratamento da depressão em cães. Tratamentos à base de butirofenonas são os mais indicados para esses casos.

    Importante: nunca medique seu cachorro por conta própria. Ao primeiro sinal de depressão, leve-o a um médico veterinário especializado.

    2. Terapia

    Descobrir a causa da depressão e tratar a origem do problema é uma forma de curar a depressão canina.

    Sim, existe terapia para cães! Nesse caso, nada mais é do que tratar o problema inicial da depressão. Assim, se o dono já conhece a causa, será mais fácil realizar o tratamento.

    Quando o dono do cachorro não sabe o problema, serão feitas algumas sessões com o médico veterinário para que o mesmo possa investigar as causas do problema e será necessária a participação do dono para que descubram quando ocorreu a mudança de comportamento.

    Depois de descoberto o problema, basta tratá-lo de maneira adequada. Se o problema for falta de carinho, por exemplo, o dono deverá se dedicar mais ao animal.

    3. Mime o animal

    Dar atenção ao cão quando ele está triste é uma boa forma de mostrar o quanto ele é especial.

    Se o animal está triste e se sentindo sozinho de alguma forma, ficar por perto dando carinho e mostrando como ele é importante para você pode mudar de maneira favorável o comportamento do pet. Tente lembrar do que ele gosta de fazer, das brincadeiras preferias e o incentive a isso em todos os momentos.

    Combine com todos os seus familiares para fazerem o mesmo. Quanto mais atenção ele tiver, mais protegido se sentirá, fazendo com que os sinais de desapareçam.

    A depressão canina, quando não tratada de forma correta, pode desencadear outras doenças no organismo, pois, como há falta de apetite, o animal deixa de consumir os nutrientes necessários, desencadeando uma série de problemas de saúde secundários.

    Fique sempre atento ao comportamento do seu cão para evitar a depressão canina e, caso note alguns dos sinais, procure um médico veterinário imediatamente. Cuidar do seu animal é a melhor prova de amor que você pode dar a ele.



Quando tempo dura a gestação de uma gatinha?


Em geral, após perceber que uma gatinha está prenhe surge uma curiosidade – ou preocupação: afinal, quantos filhotinhos erá que vão nascer?
Outra dúvida bastante comum é acerca da quantidade de tempo da gestação das gastas. Perguntas simples mas que despertam muito interesse. Vamos às respostas:
Bem, de maneira geral a gestação de uma gata dura, em média, 65 dias.
Já a quantidade de filhotes vai variar em função da raça e do tamanho da mamãe -por isso é bom uma pesquisa específica sobre seu animal.
Curiosidade: em 1974 uma gata deu à luz 14 filhotes na África do Sul. É o recorde, até hoje. Impressionante, não é mesmo? Imagine agora se sua gatinha desse à luz tantos filhotinhos! Ia ser uma loucura! 

você sabia?



Gatas podem ter filhotes de pais diferentes?






Você já deve ter parado para observar uma fêmea de gato ou cão ser persistentemente perseguida por machos em busca de acasalamento. A partir disso, surge a dúvida: com tantos candidatos, será que as fêmeas podem ter filhotes de pais diferentes?

Segundo o biólogo Guilherme Domenichelli, do Zoológico de São Paulo, o tema não é apenas uma teoria: as fêmeas de gatos e de cães podem ter filhotes de vários machos distintos em uma mesma ninhada.
"Isso é realmente muito comum entre essas espécies. É lógico que cada um dos filhotes acabará agregando 50% das características da mãe e outros 50% do pais, mesmo que a mãe tenha copulado com vários exemplares", explica.
Quando está no cio, a fêmea pode ter diversas relações com um macho, ou mais de um, copulando durante os quatro ou cinco dias do mesmo período fértil.
No momento em que um óvulo é fertilizado por um espermatozóide, uma reação natural impede que outro espermatozóide também o penetre. No entanto, no momento em que uma fêmea copula com machos diferentes, poderá ter cada um de seus óvulos fertilizados por espermatozóides de pais distintos.
No caso dos gatos, as fêmeas que não têm pedigree (certificado de registro de ancestralidade) podem produzir quatro óvulos ou mais, o que não garante que os fertilizados possam se desenvolver em filhotes. Em média, podem nascer de três a sete filhotes. Para alguns gatos de raça, as ninhadas ocorrem em maior quantidade, chegando a mais de dez gatinhos.
O período de gestação é pequeno e dura nove semanas, em média. Entre os cães, a quantidade de óvulos e o tempo de gestação são similares aos dos gatos.
Outros animais
De acordo com Guilherme Domenichelli, é possível que este processo de reprodução de gatos e cães ocorra com exemplares de outras espécies, mesmo sendo algo incomum. "Pode ocorrer que as fêmeas de outras espécies tenham filhotes de machos diferentes, mas fica difícil de identificar os parentescos deles porque não existirão tantas diferenças facilmente visíveis como entre os cães e os gatos", completa.

Os 10 animais mais fofos do mundo !

Algumas criaturas são enormes, assustadoras e interessantes. Mas não podemos nos esquecer daqueles animais adoráveis que nos encantam e fazem com que o reino animal seja mais bonito.


10. DRAGÃO-MARINHO COMUM

Esses pequenos animais pertencem à mesma família que os cavalos-marinhos e os dragões-marinhos. Mas, provavelmente devido ao seu focinho engraçado, são muito mais fofos que seus “familiares”. A maior parte desta espécie vive em água salgada, mas alguns vivem em água doce.
Assim como acontece com o cavalo-marinho, é o macho que carrega os filhotes durante a gestação. Estes animais têm uma vida amorosa agitada: alguns ficam com um parceiro durante toda a vida, enquanto outros ficam com vários parceiros.
9. TOUPEIRA EUROPEIA
bicho mais fofo do mundo
Esses pequenos animais têm quase o corpo inteiro coberto por pêlos – o que faz com que eles sejam tão adoráveis. A toupeira europeia passa a maior parte da vida embaixo da terra, cavando túneis e comendo insetos – e são conhecidas por sua visão ruim. Embora esses animais sejam fofos, os túneis que eles cavam podem causar problemas para fazendeiros, já que podem prejudicar plantações. Mesmo com esse problema, ser bonitinho é muito bom: na Alemanha, é proibido matar um desses animais sem permissão legal.
8. KIWI
bicho mais fofo do mundo
Esse pássaro com nome de fruta é nativo da Nova Zelândia e é um dos pássaros mais fofos do mundo – fofos literalmente, já que eles têm mais penas que a maioria dos pássaros. Com a evolução, o Kiwi ficou praticamente sem asas. Esses belos animais têm cinco espécies reconhecidas, todas ameaçadas de extinção.
Fato curioso: Os kiwis botam ovos enormes que tem 20% de seu tamanho. É o equivalente a uma mulher de altura média dando luz a um bebê de 10 kg.
7. COELHO ANGORÁ
bicho mais fofo do mundo
Acredite ou não, essa engraçada bola de pêlos na realidade contém um coelho. Esses grandes coelhos sofreram modificações genéticas para ficarem mais fofinhos, e têm quatro espécies reconhecidas, além de várias desconhecidas. Para ter uma ideia de quão fofos eles são, é possível fazer roupas a partir dos pêlos desses animais – com o bichinho vivo e saudável.
Fato curioso: Para ter uma idéia de como estes animais sã peludos, há roupas feitas de lã de coelho angorá, sem que os animais sejam feridos.
6. BAIACÚ
bicho mais fofo do mundo
Esses animais são uma graça, só tome cuidado para não irritá-los: quando se sentem em perigo, esses animais engolem água ou ar rapidamente, e ficam esféricos e maiores para assustar seus predadores.
Além desse mecanismo de defesa, o peixe-balão é venenoso, mas pode ser comido por humanos aventureiros com a preparação devida.
Fato curioso: O peixe-balão tem o menor genoma de todos os vertebrados.
5. OURIÇO PIGMEU AFRICANO
bicho mais fofo do mundo
Esses animais são incríveis: conseguem ser adoráveis mesmo cobertos com pequenos espinhos. Para se protegerem, eles podem se recolher e formar uma “bola”. Em alguns lugares nos Estados Unidos, uma espécie de ouriços é domesticada e pode ser adotada como animal de estimação.
4. HAMSTER-ANÃO
bicho mais fofo do mundo
Qualquer hamster é bonitinho, mas essa versão anã é ainda mais adorável. Existem três espécies desses pequenos animais, que são vendidos como animais de estimação em várias lojas.
3. PEIXE-BOI
bicho mais fofo do mundo
Esse aqui é incrível: se quase todos os nossos animais adoráveis são pequenos e delicados, o peixe-boi tem a vantagem de ser uma graça, apesar de enorme. Esses animais são herbívoros, e são parentes distantes dos elefantes. Infelizmente, esse grande animal fofo tem riscos de ser extinto.
Fato curioso: Os peixes-boi possuem vestígios de unhas nas suas nadadeiras traseiras.
2. Panda

Os pandas vivem nas florestas da regiões montanhosas do sudeste da China (esta região é seu habitat natural)
Vivem em cavernas e no oco de árvores
Apesar de serem carnívoros, alimentam-se principalmente de folhas e brotos de bambu. Comem também alguns insetos e ovos como fontes de proteínas
Possuem um comportamento dócil, tranquilo e tímido. São raros os casos em que um urso panda atacou um ser humano.
1. TAMANDUAÍ
bicho mais fofo do mundo
Essa adorável espécie é similar a um tamanduá, mas é menor e vive em árvores. Eles têm um longo rabo e têm garras afiadíssimas.

Meu primeiro gatinho !!


Antes de escolher o primeiro gato saiba mais sobre o universo felino. Os gatos não são criaturas auto-suficientes como algumas pessoas pensam, e você precisa levar em consideração vários aspectos antes de comprar ou adotar um gato.
Você acha que pode comprar um gato ou adotar um gato e não sabe por onde começar? Existem dezenas de perguntas que atravessam sua mente: Devo ter um gato macho ou uma fêmea? Um gatinho ou um gato mais velho? Eu realmente gostaria de um puro-sangue (nome da sua raça favorita), mas talvez eu devesse adotar uma raça mista em seu lugar. Essas dúvidas e muitas outras que você não tenha pensado ainda este artigo te responderá.
Pense seriamente sobre este importante passo, que é muito parecido como entrar em um casamento. Trazer um gato para a família deve ser um compromisso de toda a vida do gato, para dar-lhe uma reflexão séria. Um bom lugar para começar é a compreensão de que ninguém realmente é dono de um gato. Os gatos são seres sensíveis e seu gato (se você decidir acolher um em sua casa) merece ser um membro da família ao invés de ser um adorno para o seu lar. Abaixo selecionamos algumas respostas para suas dúvidas.

Estou pronto para ter um gato?


Então você decidiu que é hora de ter um gato em seu apartamento ou casa. Talvez você tenha um amigo que tenha gato e você aprendeu em primeira mão como é relaxante ficar com um corpo vibrando quente em seu colo dando aquele carinho. Ou você se encontra sozinho em seu novo apartamento e você pode finalmente ter o gato que você sempre quis, mas não poderia ter porque alguém da família era alérgica.
Ou… Talvez você e seu cônjuge concordaram que as crianças precisam de um animal de estimação e você acha que os cães são bagunceiros e vai destruir seus moveis.
Seja qual for a razão, há uma série de fatores a considerar antes de apressar-se em uma decisão para que você não se arrependa. Muitas vezes animais adquiridos por impulso, não dão certo, e isso é o que acontece especialmente com os gatos.

Você está financeiramente preparado para um gato?

Se você tem filhos, eu sei que você quer cuidar deles da melhor maneira possível, e ter um gato vai ser muito parecido com ter uma nova criança na família. Isso significa que você precisa estar preparado(a) para os custos e responsabilidade com um gato.

Existem crianças com menos de cinco anos de idade em casa?
Criança e Gato
Crianças geralmente adoram gatinhos, mas se você decidir levar um filhotinho muito novo em sua casa, você pode ter uma surpresa desagradável. Alternativamente, o gatinho poderá causar alguns arranhões dolorosos. Não seria melhor escolher ficar com um gato mais velho que tenha sido criado perto de crianças, ou esperar mais algum tempo até que as crianças cresça um pouco mais?
O seu tapete novo ou o sofá branco é extremamente importante para você?
Os gatos precisam se exercitar arranhando algo, e eles vão dirigir-se em primeiro lugar a uma superfície onde poderá arranhar exercitando suas unhas como sofás por exemplo se não tiver um arranhador de gato e por falta de um arranhador provavelmente seu sofá será o mais aprovado pelo gato. Um bom arranhador de gatos e corte de unhas é uma obrigação que terá de fazer sem falar na caixa de areia onde farão suas necessidades que abordaremos mais a diante.
É fundamental que você esteja disposto a assumir o compromisso de suprir as necessidades do seu gato frente aos móveis e outros objetos inanimados. Coisas acontecem. Você está disposto a viver com ela? Ou você vai considerar ” livrar-se do gato “ao primeiro sinal de problema?
Quem Será o responsável por alimentar o gato, manter a caixa de areia limpa?
Esta é uma consideração séria. Animais de estimação são bons para ensinar as crianças a responsabilidade, mas deve haver sempre um adulto por perto para supervisionar e garantir os postos de trabalho necessários que serão feitos todos os dias. Será que você tem tempo para ser uma “família” para o gato?
Contrariamente à opinião popular, os gatos são animais muito sociais e necessitam de atenção e amor de seus donos. O vínculo com o seu gato vai durar por toda a vida do gato. Um gato negligenciado solitário em breve terá problemas de socialização e começará a ser agressivo com pessoas e outros animais. Também ao contrário da opinião popular (entre os gatos) você não tem que ser um escravo para ele, mas 15 minutos por dia de tempo de jogo e carinho vai fazer a toda a diferença entre um gato feliz e um gato infeliz.
Você está disposto a gastar o dinheiro necessário para / castração, vacinação e cuidados veterinários quando necessário?



Lembre-se que você está adquirindo um novo membro da família (e é assim que o gato deve sentir em sua nova morada), ele virá com responsabilidades e as suas respectivas despesas. Você não iria negligenciar a saúde de seus filhos e nem deve negligenciar as necessidades médicas de seu gato.
Outro item importante é que você mantenha o seu gato dentro de casa. Há muitos perigos na vida ao ar livre para os gatos, como os que vamos listar logo adiante.







Qual espaço é o suficiente para um gato?
Esta é uma pergunta frequente por leitores. A resposta fácil é que um gato pode viver muito confortavelmente em um apartamento, dadas as condições adequadas.
Então você está pensando seriamente em adquirir seu primeiro gato, e você tem certeza que quer um gato em sua vida. Esplêndido! Você pode ter algumas noções preconcebidas que deseja uma determinada raça de gato, ou que você quer um gatinho filhote em vez de um gatinho adulto. Mas antes da importante decisão, é bom fazer a lição de casa. Como a própria vida, há muitos fatores envolvidos na escolha de um gato, alguns dos quais você pode nunca ter considerado. Aqui vamos dar algumas dicas de ajuda na tomada de decisão. Por outro lado, você pode ter a sorte de ser escolhido o gato perfeito.
Qual tipo de gato devo ter? Gato macho ou Fêmea?
Personalidade, não há realmente muita diferença entre os sexos, se eles são castrados. Do sexo masculino (não castrados) gatos irá lutar por território ao ar livre e dentro de casa pulverizarão seu forte cheiro nas paredes e cortinas para marcar seu território. Fêmeas também pulverizarão na ocasião do cio. Pior ainda, eles vão fazer um barulhão com altos uivos e giros bizarros.
Por outro lado, uma vez castrados, vai melhorar a sua personalidade, e esses problemas. Gatos machos por serem amorosos e leais, são a preferência de muitas pessoas.
Gato de raça ou gato SRD (Sem Raça Defininda)
Você já deve ter ido a uma loja de animais onde se apaixonou por uma determinada raça. Um fator importante com gatos “puro-sangue” é que, a menos que os criadores tenham anos de experiência com a genética e, cuidadosamente escolhe seu plantel com total fundo pedigree dos gatos, características indesejáveis se infiltrarão na raça. Algumas raças têm problemas inerentes, como os persas por exemplo, ou por causa de problemas nasais ou coluna vertebral. Os reprodutores respeitáveis vão exibir os seus gatos com garantias contra problemas físicos conhecidos em sua raça.
Raças mistas, são de origem desconhecida. Você pode adotar de um abrigo que provavelmente é um ser “órfão”. Devido a sua saúde e história genética ser desconhecida, é importante levar em consideração que um gato de abrigo tem que estar vermifugado e vacinado pois você não sabe do histórico de sua saúde.
Gato adulto ou gato filhote?

Quando você visitar um abrigo você será dividido entre gatos filhotes lindinhos agrupados em gaiolas, mas tenha em mente que os gatos adultos são muitas vezes mais “amigos”, e será grato sempre de encontrar um novo lar. Esses gatos muitas vezes vieram de um ambiente familiar feliz, e foi dado por causa da doença de um proprietário, divórcio, morte, etc. Os benefícios para você em adotar um gato mais velho são muitos:
  • Gatos mais velhos geralmente são treinados para fazer suas necessidades na caixa de areia.
  • Os filhotes de gatos são indisciplinados e animados. Sua casa nunca mais vai ser a mesma com um gatinho louco correndo pra lá e pra cá. Se “serenidade” é o seu estilo de vida, você vai ser dar melhor com um gato mais velho.
  • Gatos crescidos podem já ter sido castrado.
  • Gatos mais velhos são muito mais gratos com donos e sua personalidade já está formada evitando assim surpresas quando adquiridos filhotes.
  • Dicas para como levar seu cão na viagem


    Já cheguei à conclusão de que quem viaja muito deve evitar duas coisas: plantas e cachorros. Quando não há ninguém para dar uma passadinha na sua casa de vez em quando, as plantas são o maior problema. Elas aguentam bem um fim de semana, mas como deixá-las morrer de sede durante vinte dias, um mês? É por isso que seguro minha vontade de comprar mais um vasinho cada vez que vou ao supermercado. ;-) Já os bichinhos… Bom, depois que a gente se apaixona por um, não há mais como voltar atrás, ele realmente viraparte da família. Então a única saída é encontrar a melhor forma de levá-lo junto!
    O Chivito completou 3 anos no mês passado e a primeira viagem de carro dele foi aos 3 meses. O coitadinho enfrentou quase 500 km até a casa  da minha mãe quando era ainda um bebê e desde então temos tentado fazer com que as viagens para ele sejam o mais confortáveis e seguras  possíveis. Já pesquisei muito e também aprendemos muita coisa na prática, então vou dar aqui algumas dicas que valem para todos que querem levar seus pets consigo. Viajar com cães pequenos é relativamente simples, desde que alguns cuidados sejam tomados. Então vamos lá!
    Em primeiro lugar, é importante pensar na segurança do cachorro e do restante da família e para isso é importante seguir a lei. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, conduzir animais nas partes externas do veículo (como caçambas ou com parte do corpo para fora da janela) é infração grave sujeita à multa  (art. 235). Além disso, se o motorista dirigir com o animal à sua esquerda ou entre os braços e pernas, estará cometendo uma infração média e também poderá ser  multado (art. 252).
    Apesar de a lei não obrigar que os animais seja  presos em coleiras ou caixas de transporte, transportá-los soltos não é uma boa opção. Em caso de acidente, o animal seria arremessado do carro ou mesmo contra outras pessoas dentro do veículo. O ideal é transportá-lo no banco traseiro, principalmente se o carro possuir air-bag, pois seu estouro pode até mesmo matar o animal. Aqui vale a mesma regra do transporte de crianças.
    O cachorro solto representa ainda mais um risco na direção. Animais podem ser imprevisíveis, principalmente em situações estressantes, e podem pular no colo do motorista de repente. O melhor a fazer é evitar esse tipo de situação.

    Existem as caixas de transporte, que  devem ter um tamanho suficiente para que o animal consiga ficar em pé e se virar e devem ser presas ao cinto de segurança do carro, mas eu sempre achei essa opção meio claustrofóbica.  Uma opção melhor é o cinto de segurança para cães, que ao mesmo tempo em que os prende, deixa uma margem para movimentação.
    É importante se preocupar também com a temperatura no interior do veículo. O calor excessivo pode trazer sérias consequências ao animal. Se possível, mantenha o carro ventilado e nunca deixe seu pet sozinho, para que ele não sofra os efeitos do superaquecimento.
    Em viagens longas, faça parada regulares, a cada duas ou três horas.  O Chivito tem um "prazo de validade" de cerca de duas horas. Após esse tempo ele fica super chato e resmunga o tempo todo. hehe Uma breve caminhada já restabelece seus ânimos.
    Dê água ao animal com frequência. Eu já carrego as garrafinhas no carro e também uma vasilha menor para dar água a ele nas paradas e às vezes mesmo com o carro em movimento. Também não é recomendável que o animal se alimente nas últimas horas antes da viagem e até uma hora depois.
    Só dei remédio ao Chivito em sua primeira viagem e foi a única vez em que ele passou mal. E ele não é um cachorrinho tranquilo, pelo contrário, não relaxa durante toda a viagem. Ainda assim prefiro não medicá-lo e  contornar a situação com paradas durante a viagem.
    Preocupe-se também com o local da parada. Dê preferências a postos com área verde, gramados, árvores, para que o animal faça um passeio mais relaxante. Mas seja educado! Não se esqueça de carregar sempre uma sacolinha para recolher o que seu cãozinho deixar pelo caminho! ;-)
    Você também ficará mais limitado, já  que geralmente animais não são aceitos dentro dos estabelecimentos, então o ideal são lanchonetes/restaurantes com mesas na área externa. Ainda é muito raro, mas já existem paradas na estrada com um espaço específico para  você deixar seu bichinho.