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domingo, 2 de junho de 2013

Preparando os animais para a chegada do Bebê


Com a chegada de uma criança, saiba como lidar com os animais de estimação para um bom convívio e evitar doenças.


Dica:Se for necessário mudar algo na rotina do Pet (local que dorme,come etc)não faça todas as alterações de uma vez.Isso pode desencadear um quadro de depressão.

Com a chegada de um bebê na família, se os donos não ficarem atentos o bichinho pode desenvolver depressãotraumas e ter a ansiedade aumentada. Isso, por sua vez, faz com que o convívio com as demais pessoas da casa fique cada vez mais difícil. Adaptá-los, portanto, é a melhor opção “para a segurança tanto do bebê, quanto do animal, pois alguns podem sentir ciúmes com a introdução de crianças ou outros bichos em seu convívio com o dono”, alerta Amanda Cologneze Brito, médica veterinária do Laboratório Mundo Animal. Mesmo assim, isso não acontece com todos. “Alguns, percebem que a dona está grávida e se adaptam praticamente sozinhos, tanto que os donos conseguem notar uma mudança comportamental deles antes mesmo de confirmarem a gestação”, argumenta Carla Alice Berl, diretora do Hospital Veterinário Pet Care (SP). É importante lembrar que os animais aprendem por associação, então a atitude do proprietário com ele perante as mudanças pode determinar o convívio de ambos no futuro. Logo, “sempre que o animal estiver perto do bebê deve ganhar atenção das pessoas, com carinho e petiscos, por exemplo”, orienta Tatiane Ichitani, adestradora e consultora comportamental da Cão Cidadão. “Geralmente as pessoas fazem o contrário, dando atenção ao animal apenas enquanto a criança está dormindo. Com isso, o bichinho associa que quanto mais longe a criança estiver, mais carinho ele recebe”, explica a especialista.
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Dica: para higienizar os brinquedos do bebê que entraram
contato com a mascote basta lavá-los com água e sabão.
foto Shutterstock. 
gravidez exige planejamento dos pais, e a mesma coisa acontece em relação ao bichinho. É importante rever a rotina hábitos que acreditam precisar mudar para quando o bebê nascer, dormir na mesma cama e sentar no sofá, por exemplo. “As mudanças devem ser iniciadas logo no começo da gestação, colocando em primeiro lugar os hábitos que considera mais importante serem mudados”, ensina a veterinária Amanda. Acima de qualquer recomendação, quem realmente conhece o animal e pode tentar prever as suas reações são os donos. Com isso,“o adestramento especializado pode ajudar na questão de evitar que ele ataquedestrua oupegue os pertences do bebê para si”, informa Tatiane. É importante também atentar para a saúde do pet, para que ele possa continuar no convívio da família sem prejudicar a si mesmo ou ao novo integrante do lar. Logo, “banhos regulares,vacinas em dia, e estar devidamente vermifugado é indispensável. Se a criança não tiver nenhuma doença, como alergias, não há problemas para que eles mantenham contato desde cedo. Mas, como cada caso é único, é importante seguir a determinação do pediatra”, alerta Tatiane. Fazer exames de rotina, como o de fezes, também é uma boa dica para avaliar a saúde da sua mascote.

Quando o bebê chegar

Cheiros diferentes, as muitas visitasbrinquedos e utensílios novos, podem despertar a atenção do pet, e reprimi-lo, não é a melhor opção. Para evitar situações indesejadas, “tudo deve ser apresentado ao animal com antecedência e ser associado com algo positivo. Assim que o bebê nascer, um membro da família pode levar um lencinho ou um brinquedo com o cheiro dele para o animal”, exemplifica Tatiane. Além disso, “o contato físico só deve acontecer sob a orientação do médico e com a supervisão do dono", alerta Carla Alice. Mas, é importante lembrar das associações e não ser injusto com a curiosidade do seu bichinho, especialmente se ele for dócil. “Não brigue se ele se aproximar do bebê, pelo contrário, recompense- o por se comportar de forma adequada ao lado do pequeno”, finaliza Amanda.



sábado, 1 de junho de 2013

12 animais de estimação (muito) incomuns

Gato, cachorro, porquinho da índia… Estes animais geralmente são considerados bichinhos de estimação. Mas leão e elefante? Não dá nem pra imaginar como é ter bichanos deste tipo em casa
Búfalo
Elefante
Canguru
Jacaré
Capivara
Lhama
Foca
Leão
Hiena
Tigre
Porco doméstico
Guaxinim

Animais domésticos




Os animais domésticos são pequenos ou grandes animais que podem chegar a ser domesticados pelo homem e, portanto, conviver com eles. Quando pensamos em animais domésticos pensamos em cães, gatos, etc., mas também são os cavalos, as galinhas, etc., porque são animais domesticados pelo homem. Os animais da quinta também são considerados como domésticos.
Dentro dos animais domésticos encontramos os animais de companhia, que são os que os humanos têm em casa. Seja um gato, ou cão, um pássaro ou roedores, estes animais se convertem quase em membros da família.
Os animais de companhia podem ter uma função útil como o cão de guarda ou o gato que caça os roedores, mas há outras que temos apenas como companhia ou entretenimento, como por exemplo os pássaros, que nos oferecem os seus doces e harmoniosos cantos. Normalmente, os animais domésticos possuem um efeito positivo nas pessoa, já que ficamos a vê-los a actuar com atenção e curiosidade.
Os gatos e os cães são animais afectuosos que gostam de mimos, atenção e de brincar. São os animais mais perto da família e convertem-se num membro mais da mesma. Os roedores, as tartarugas e os lagartos são animais mais frios. São animais de companhia, mas transmitem menos sensações e, sobretudo, necessitam de menos contacto com o ser humano.
Os peixes não são escolhidos pela sua utilidade, mas sim pela estética já que existem muitos tipos de peixes com muitas formas e cores totalmente variadas. Não são animais ruidosos e necessitam de poucos cuidados (dependendo do tipo de peixe da quantidade que se tenha).
Os pássaros domésticos não são muito populares pelos seus cantos e a suas variadas e vivas cores. Mas devemos declarar que o canto de um pássaro pode ser muito agradável ou muito cansativo, dependendo do tipo de pessoa que sejas. Os insectos raramente são utilizados como animais de companhia. Em todo o caso existem pessoas que gostam das grandes aranhas e as mantêm num aquário.
O teu animal doméstico deve ter uma boa alimentação para estar saudável e ser feliz. Existem produtos alimentares especiais e recomendados para cada tipo de animal de companhia.

As melhores raças de cães para crianças


 
Golden Retriever é, sem dúvida, um dos cães mais populares e amados, a sua personalidade amável, brincalhona e energética fazem dele um grande companheiro para as crianças, e é também um bom guarda para a família

Muito semelhante a esta raça está o Labrador, com o pelo curto requer menos cuidados, pelo menos na sua aparência, e para além de adorar os jogos e a diversão é também um exemplar muito protetor, perfeito para os seus filhos.

Se existe um cão paciente e tolerante esse cão é o Boxer, a sua principal vantagem é justamente a sua qualidade amável, capaz de suportar as insistências e os jogos mais bruscos das crianças

Beagle é simplesmente adorável, com um tamanho mais pequeno que os anteriores é também um grande companheiro para as crianças, cheio de energia e ternura, sempre disposto a carinhos e atenções

Seguramente que os seus filhos nem sabem quem é a Lassie, mas você se recordará dessa heroína, e a sua raça, Collie, é sem dúvida uma das melhores para toda a família, amigável, paciente e protetora, os cães desta espécie vão se converter em grandes amigos de seus filhos
Isto não quer dizer que as outras raças de cães não sejam adequadas, mas deve ter em conta o caráter e estilo de vida da espécie antes de adquiri-la, isto porque existem cães mais sedentários que adoram a vida calma e não têm paciência para os jogos, deste modo os seus filhos poderiam aborrecer-se com eles e deixar de prestar-lhes atenção
Consulte um especialista para mais informação acerca da raça de cão que deseja adquirir e se realmente será ou não um companheiro recomendado para as suas crianças.


Quando desmamar os filhotinhos?



Instinto materno: desmamar os filhotes antes dos 45 dias pode colocar o desenvolvimento em risco?

No reino animal, especialmente entre os mamíferos, o instinto materno das fêmeas é tão aguçado quanto o das mulheres, na raça humana. E por mais incrível que possa parecer, esse instinto não é liberado apenas pelos hormônios; o mesmo também é gerado pelo aprendizado. Quando os filhotes recebem a atenção da mãe, é provável que se tornem adultos responsáveis por suas crias.
Segundo o zootecnista Eduardo Almeida, da Zoo Pet, os proprietários precisam lembrar que o período que as fêmeas dedicam aos cuidados com os filhotes é essencial para que cresçam com saúde. Logo que nascem, eles precisam ser aquecidos pelo corpo da mãe, recebem a higiene necessária e alimentação adequada. Sem falar na segurança.

O instinto materno é algo forte e presente na vida dos animais, por isso, não é aconselhável desmamar os filhotes cedo demais. Conforme Eduardo, há proprietários que relatam que seus cães matam os próprios filhotes por falta de cuidado ou até mesmo os agredindo. Provavelmente esses animais foram desmamados antes dos 30 dias. Claro que existem as exceções, mas é uma problemática real.
No caso dos felinos, por exemplo, quando tirados da mãe muito novos, os gatinhos podem desenvolver na fase adulta um temperamento mais arisco. A ciência explica: assim como os seres humanos, os animais também precisam de atenção nos primeiros dias de vida para sobreviver e socializar com os demais.
Após os cuidados, eles
 seguem seu caminho
As fêmeas são dedicadas. Desde a hora do parto os cuidados já iniciam. Primeiro elas cortam o cordão umbilical e já preservam a vida do filhote regulando a temperatura corporal. Geralmente, elas deitam bem próximas dos pequenos para que a troca de calor aconteça. As mamães têm a missão também de estimular os filhotes para que comecem a fazer suas necessidades, por meio de lambidas. O leite é suficiente para mantê-los fortes e imunes das principais doenças. “Por pelo menos 30 dias as fêmeas são 100% responsáveis pelas crias.”
Após todo esse cuidado maternal, as crias ficam independentes, ganham a liberdade. Segundo o zootecnista, os animais domésticos se desligam das mães bem cedo. Na natureza, o macho geralmente fica dependente até o 6º mês de vida; a fêmea é acompanhada até o 2º cio. “Eu recomendo aos meus clientes que só adotem os bichos quando já tiverem 45 dias, antes disso é totalmente desaconselhável. Afinal, os filhotes ficam muito suscetíveis a infecções e problemas de saúde. Alguns morrem por desnutrição. Digo sempre: por maior que seja a dedicação do dono, nunca será maior que o cuidado da mãe.”


Como saber se sua cachorra esta prenha


A gravidez nos cães pode ser difícil de detectar. Um dono responsável deve conhecer os sinais e sintomas da gravidez para assegurar os cuidados de saúde adequados. A maneira mais precisa de saber se a sua cadela vai ter cachorros é ir ao veterinário. Com uma simples análise ao sangue e um raio X terá a resposta. Mas se a sua cadela não está esterilizada e suspeita que ela possa estar prenha, existem alguns sinais e sintomas que consegue detectar sozinho.
Instruções
Tome muita atenção aos hábitos alimentares da sua cadela. Se ela tem uma diminuição do apetite ou não mostra muito interesse na sua comida.
Verifique o fluxo vaginal, um sinal comum de gravidez.
Observe se a sua cadela tem os seios maiores. Os mamilos de uma cadela ficam mais visíveis para a preparação da amamentação das suas crias.
Procure mudanças no comportamento da sua cadela. Se ela é normalmente ativa e parece invulgarmente cansada, pode estar prenha. Se a sua cadela parece inquieta ou com sinais de mau-estar podem também ser sinais reveladores de uma gravidez.
Verifique o estômago da sua cadela para ver se está maior ou inchado. Este sintoma é mais perceptível a meio da gestação. Pode inclusivamente ser capaz de sentir, se pressionar com suavidade a barriga, os cachorros.
Procure sinais de "latidos", pode ser sinal que a sua cadela se está a preparar para o nascimento. Deverá tomar atenção a isso e aos cachorros. Pode colocar umas mantas no chão para que fique mais macio e confortável.
Se deseja ler mais artigos parecidos a como saber se a minha cadela esta prenha, recomendamos que entre na nossa categoria de A gravidez dos cães e seus cachorros.
Conselhos
  • Procure ajuda médica de um veterinário o quanto antes possível durante a gravidez. O seu veterinário pode dar-lhe os melhores conselhos para alimentar e cuidar da sua cadela prenha.
  • Se a sua cadela parece estar doente e tem a certeza que estaja prenha, leva-a o mais rápido possível a um veterinário. Apatia e falta de apetite podem significar outros problemas.

O poder sedutor da Erva de Gato


Erva do gato ou catnip é o nome comum para um erva perene da família das hortelãs. Ela é nativa da Europa e da Ásia e logo foi levada para os Estados Unidos e o Japão. A erva do gato hoje é uma erva comum na América do Norte. 
Segundo os estudiosos e veterinários, o cheiro dessa erva estimula o instinto predador do animal e afeta quase todos os felinos, inclusive leões, pumas e onças e é inofensiva para eles.
Embora muitos gatos tentem comê-la, cientistas dizem que eles estão reagindo ao cheiro ao invés do gosto. Os felinos mordem, mastigam, esfregam ou rolam sobre a erva e fazem isso para libertar a essência das folhas. Por isso, a erva do gato pode deixar o gato bastante agitado e alerta por horas.
Pelo fato de não haver realmente um odor que cause esse tipo de reação nas pessoas, é difícil para nós entender esse comportamento. Contudo, não é um comportamento incomum nos animais, que confiam muito em seu olfato. Por exemplo, há muitos odores que vão desencadear um comportamento de caça nos cachorros e outros que vão fazer com que os cachorros parem no caminho e rolem sobre o odor.
Embora ninguém saiba exatamente o que acontece no cérebro do gato, é sabido que a substância química nepetalactone é o que desencadeia a resposta. A reação à erva do gato é herdada e alguns gatos são imunes a ela. 
A reação à erva do gato dura poucos minutos. O gato acaba se adaptando a ela, mas depois de duas horas longe, o animal se recompõe. Então, a mesma reação pode acontecer se o gato entrar em contato com ela novamente.